Archive for category Mercado

Socialnomics - a teoria de Erik Qualman

Este video é uma compilação da Teoria de Qualman que fala sobre o fenômeno da internet e da tecnologia. Sobre o avanço rápido que estamos vivendo. E apresenta uma série de estatísticas.

Também é interessante, para quem quer se aprofundar um pouco mais, ler o livro de Qualman.
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Video sobre Midias Sociais

É interessante a maneira como este video descreve o funcionamento das mídias sociais. Infelizmente está apenas em inglês. De qualquer forma vale a pena.

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Comportamento Infantil

O vídeo dá uma idéia do comportamento infantil. Apesar de não ser nada científico, fica muito claro pelas imagens, um comportamento quase padrão das crianças.

Oh, The Temptation from Steve V on Vimeo.

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Publicidade web gera mais vendas que comercial na TV

Uma pesquisa divulgada esta semana pela empresa comScore apontou cenário diferente do que se costuma ouvir no mercado publicitário. Os dados comprovaram que campanhas publicitárias de produtos de consumo (alimentos e itens de higiene e limpeza) geraram mais retorno em na internet do que na TV em período de três meses.

Segundo informa o blog Ideia 2.0, o estudo observou o comportamento de compra de 200 mil internautas, que também participaram de programas de fidelidade em supermercados, nos Estados Unidos. O grupo escolhido foi exposto a banners (estáticos e interativos) com marcas de diversas categorias de produtos (cereal, mistura para biscoito, pizza, suco, barras de cereal, macarrão, chá, desodorante e creme dental).

De acordo com o blog, em 12 semanas, a comScore constatou que campanhas online elevaram em 9% as vendas das marcas divulgadas na web, sendo que 80% das ações tiveram aumento significativo das vendas dos produtos.

Já a comparação com o segmento televisivo, diz que as mesmas marcas obtiveram aumento de 8% das vendas no mesmo período. 36% das marcas anunciadas atingiram aumento mais elevado em vendas.

“Estes resultados confirmam a capacidade da propaganda online de ser bem-sucedida na geração de vendas junto a marcas de consumo, aliada ao impacto da campanha pela televisão”, afirma o presidente da comScore, Gian Fulgoni, que será um dos palestrantes internacionais do Digital Age 2.0. “Quando você considera o fato de que um anúncio online geralmente custa menos do que na televisão, estes resultados ganham ainda mais importância.”

Fonte: Adnews

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O que o Youtube pode fazer pela sua marca?

Como variam os níveis de atenção de uma pessoa que está assistindo o YouTube, em relação à televisão? Os consumidores se envolvem mais com o conteúdo do YouTube ou com o da TV? Qual o impacto da publicidade no YouTube e na TV de forma conjunta?

Quer saber a resposta de todas estas perguntas? Assista ao vídeo que o Youtube fez, mostrando estudos com consumidores.

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Tecnologia + campanha + produto

Não foi só o site, ou o comercial de tv. Tampouco foi a tecnologia ou apenas o produto. Foi justamente uma união de todos esses fatores que levou a agência AKQA de Londres a faturar este Cyber Lion.
O produto era um aplicativo desenvolvido pela Fiat, capaz de ser plugado no carro por uma porta USB para coletar informações sobre a forma de dirigir do motorista. Com os dados colhidos, o próprio motorista voltava ao site http://www.fiat.co.uk/ecodrive para que as informações fossem lidas pelo programa e então ele tivesse uma resposta sobre sua forma de dirigir.
Além dos resultados, o site apresentava uma série de dicas para os consumidores.
A campanha mostra o quanto marca, produto, campanha e consumidor podem realmente estar conectados.

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Quem não arrisca, não petisca. Pior: não lucra.

Regra básica da publicidade: não existe regra. Muito menos receita. O jogo é assim, arriscado. Não dá para prever. Só dá para intuir, para estimar. E tem uma coisa que você precisa saber: cedo ou tarde, você vai perder.

Toda marca de êxito, toda grande empresa, tem sua trajetória de derrotas. E qualquer CEO de multinacional sabe disso: aprende-se mais com os erros do que com os acertos. Na Brancozulu, por exemplo, coleciono nossos erros como troféus.

Se tem uma coisa que tenho medo é dos pequenos acertos. Porque grandes erros fazem com que as empresas busquem alternativas, se mexam. Pequenos acertos fazem com que as empresas parem, se imobilizem e, principalmente, tenham medo de errar.

Por que mexer em time que está ganhando? Porque aos 45 do segundo tempo, seu adversário faz um gol. Empata. E na prorrogação, ele faz outro. E te derrota.

Mas como é possível aprender com os erros? Como reconhccer erros e acertos no emaranhado da comunicação da sua marca ou empresa?

Em primeiro lugar, é preciso medir. E, além de medir, isolar variáveis. Principalmente se sua campanha envolve veículos e peças diferentes. É preciso saber quem foi o verdadeiro herói ou vilão da campanha.

Arriscar não é fazer um site ousado ou mesmo impactante para a sua empresa. Arriscar de verdade é fazer um site sem o Google Analytics. E ficar sem saber se o site que você fez é bom ou ruim. Pior: continuar sem saber.

Hoje em dia, está cada vez mais fácil medir o retorno do seu investimento em publicidade. A internet é uma grande aliada nisso. No online é possível saber tudo, tim-tim por tim-tim. E, então, vai continuar jogando no escuro por quê?

Para fechar, algo que aprendi com Amyr Klink. Quem pensa que ele faz loucuras, se engana. Ok, suas viagens não são um roteiro da Tia Augusta. Mas são tão planejadas, que minimizam riscos e se transformam simplesmente em grandes aventuras.  

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Agência X Diretor de Marketing

Deste lado do ringue, pensando 110 kg de idéias supostamente geniais, roupas estravagantes e muito ego, apresentamos a AGÊNCIA. E do outro lado, pesando 115 kg de diplomas e MBA’s, conhecimento de produto e com um não na ponta da língua, apresentamos o DIRETOR DE MARKETING.

Tem muita gente que vê o relacionamento entre agência e cliente assim. E gente dos dois lados. Agência que não dá a mínima para o negócio do cliente. E cliente que trata a agência como fornecedor. Cliente que acha que a agência vive batendo carteira. E agência que acha que o cliente é pão-duro. Agência que só vê o cliente como aquele que vive negando suas idéias geniais. E cliente que acha que as agências só pensam em ganhar prêmios.

O que agências e clientes que pensam assim não sabem, é que ambos estão perdendo. Perde a agência, porque no longo prazo não consegue manter o cliente. Perde o cliente, porque tem uma agência desmotivada e que não dá resultado.

Em primeiro lugar, é preciso que se entenda que o objetivo é comum. Agência e cliente querem que a campanha funcione, que as vendas aumentem. E assim a verba de marketing e comunicação do ano que vem também será maior.

Para tanto, a parceria é o melhor caminho. Mas é preciso confiar no parceiro e, principalmente, no seu conhecimento. Cliente e agência têm conhecimentos complementares. É necessário que esses conhecimentos sejam compartilhados.

Se você é agência, faça um esforço para apresentar cases interessantes e boa publicidade ou design ao seu cliente. Convide-o para exposições, premiações, indique livros que você está lendo, faça-o conhecer mais o pensamento da agência. É importante também mostrar números, resultados.

Se você é cliente, faça um esforço para mostrar a cultura da empresa para sua agência. Convide a agência para almoçar no bandejão da fábrica. Leve o pessoal para o ponto-de-venda, para a linha de produção, mostre os números, sua equipe de vendas. E acima de tudo: faça a agência usar seu produto.

Quanto mais informação compartilhada, melhor será o resultado da sua próxima campanha. Seja você agência ou diretor de marketing.

Mas lembre-se: essas coisas não acontecem da noite pro dia. É preciso muito investimento, muita paciência. É preciso acreditar no longo prazo.  

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