Para quem ainda não acredita na força das Midias Sociais


Sigo diversas pessoas no Twitter. Na maioria gente do mercado nacional e internacional de publicidade e marketing. Mas nas horas vagas aproveito para dar algumas risadas com o tweets do pessoal do CQC. Entre os meus preferidos está o do Rafinha Bastos.
E foi justamente em uma madrugada, postanto trabalhos da Brancozulu no twitter e blog da agência que eu me deparei com uma mensagem do Rafinha, provavelmente feita do celular.
A mensagem dizia o seguinte: “Tô comendo no Fifties (para quem não conhece é uma rede de hamburguerias superfamosa) Aqui tudo vem dos anos 50, até o hamburguer… tá velho e murcho”.
Engraçado. Típico comentários que fazemos entre amigos. E isso não teria nenhum impacto, se não tivesse sido feito por mim ou você numa rodinha de amigos.
O problema, para o Fifties, neste caso, é que a rodinha de seguidores do Rafinha Bastos é de 490 mil pessoas. Se pensarmos que a tiragem de Veja nacional chega a pouco mais de 1 milhão de pessoas, chegamos a seguinte conclusão: esse comentário “inocente” feito por um membro do Twitter alcançou meia tiragem de Veja nacional.
É por isso que se fala em legislar o que é comentário espontâneo e o que é publicidade. Porque o comentário do Rafinha (e aqui não estou fazendo nenhuma acusação) poderia ser perfeitamente comprado por outra rede de hamburguerias.
Também é possível entender porque pessoas tão seguidas no Twiiter estão sendo extremamente assediadas por grandes marcas para emitir comentários e lançar posts pagos.
E, então, está convencido do poder do twitter e de outras midias sociais?

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